quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

NATAL...QUAL É O SEU SIGNIFICADO?

O Natal surge como o aniversário do nascimento de Jesus Cristo, Filho de Deus, sendo atualmente uma das festas católicas mais importantes.
Inicialmente, a Igreja Católica não comemorava o Natal. Foi em meados do século IV d.C. que se começou a festejar o nascimento do Menino Jesus, tendo o Papa Júlio I fixado a data no dia 25 de Dezembro, já que se desconhece a verdadeira data do Seu nascimento.

Uma das explicações para a escolha do dia 25 de Dezembro como sendo o dia de Natal prende-se como fato de esta data coincidir com a Saturnália dos romanos e com as festas germânicas e célticas do Solstício de Inverno, sendo todas estas festividades pagãs, a Igreja viu aqui uma oportunidade de cristianizar a data, colocando em segundo plano a sua conotação pagã. Algumas zonas optaram por festejar o acontecimento em 6 de Janeiro, contudo, gradualmente esta data foi sendo associada à chegada dos Reis Magos e não ao nascimento de Jesus Cristo.

O Natal é, assim, dedicado pelos cristãos a Cristo, que é o verdadeiro Sol de Justiça (Mateus 17,2; Apocalipse 1,16), e transformou-se numa das festividades centrais da Igreja, equiparada desde cedo à Páscoa.
Apesar de ser uma festa cristã, o Natal, com o passar do tempo, converteu-se numa festa familiar com tradições pagãs, em parte germânicas e em parte romanas.

Sob influência franciscana, espalhou-se, a partir de 1233, o costume de, em toda a cristandade, se construírem presépios, já que estes reconstituíam a cena do nascimento de Jesus. A árvore de Natal surge no século XVI, sendo enfeitada com luzes símbolo de Cristo, Luz do Mundo. Uma outra tradição de Natal é a troca de presentes, que são dados pelo Pai Natal ou pelo Menino Jesus, dependendo da tradição de cada país.
Apesar de todas estas tradições serem importantes (o Natal já nem pareceria Natal se não as cumpríssemos), a verdade é que não nos podemos esquecer que o verdadeiro significado de Natal prende-se com o nascimento de Cristo, que veio ao Mundo com um único propósito: o de justificar os nossos pecados através da sua própria morte. Nesses tempos, sempre que alguém pecava e desejava obter o perdão divino, oferecia um cordeiro em forma de sacrifício. Então, Deus enviou Jesus Cristo que, como um cordeiro sem pecados, veio ao mundo para limpar os pecados de toda a Humanidade através da Sua morte, para que um dia possamos alcançar a vida eterna, por intermédio Dele, Cristo, Filho de Deus.

O Natal não se resume a bonitas decorações e a presentes, pois a sua essência é o festejo do nascimento Daquele que deu a Sua vida por nós, Jesus Cristo.

"E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai." (João 1:14)

Em toda parte em Belém, os pastores cuidavam de seus rebanhos. De repente, um anjo de Deus apareceu. O anjo disse:
"Não temais, porquanto vos trago novas de grande alegria que o será para todo o povo: É que vos nasceu hoje, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor. E isto vos será por sinal: Achareis um menino envolto em faixas, e deitado em uma manjedoura. Então, de repente, apareceu junto ao anjo grande multidão da milícia celestial, louvando a Deus e dizendo: Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens de boa vontade." (Lucas 2:10-12)

O grande amor de Deus pela humanidade manifestou-se através do nascimento de Seu filho. A promessa por que se esperou tanto tempo da vinda do Salvador realizou-se.
"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele." (João 3:16-17)

O filho divino de Deus era a única pessoa que poderia salvar o mundo. O preço da redenção foi Seu sangue. Ele pagou o preço sobre a cruz no Calvário quando foi crucificado. Ele conquistou a morte quando ressuscitou. Sua ressurreição é celebrada a cada ano na Páscoa.
"Não pelo sangue de bodes e novilhos, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez por todas no santo lugar, havendo obtido uma eterna redenção." (Hebreus 9:12) .
se voce quer saber mais sobre os natal, acesse:

Que este natal seja diferente para a sua vida.
um abraço.
Pr. Edmundo

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Teologia do Triunfo ou do triunfalismo?

E começou a experimentar pavor e angústia. E lhes disse: Minha alma está triste a ponto de morrer [...] Abba! Pai, tudo te é possível, afasta de mim essa taça! Entretanto não o que eu quero, mas, o que Tu queres!”. Marcos 14: 33b, 34 e 36
O Triunfalismo é um dos principais ramos dos ensinos da Teologia da Prosperidade. O fundamento teológico de tal ensino, portanto, encontra-se nas mesmas fontes do Movimento da Fé. Há duas realidades concernentes o triunfalismo que precisam ser destacadas. A primeira, de caráter sociológico, diz respeito ao atual contexto sócio-financeiro do povo brasileiro e ao espírito consumista alimentado pela mídia. Os líderes triunfalistas abusam dessa realidade social a ponto de não prometerem apenas o necessário, mais o luxo, o sobressalente, o espetacular.
A segunda, está relacionada à teologia e a falsa concepção de espiritualidade. Ensinam os homens a se aproximarem de Deus pelo que Ele concede e não pelo que Ele é. A bênção, para eles, é muito mais importante do que o Abençoador. Acrescente o fato de que é enfatizado ao crente o seu direito como filho de Deus, enquanto as suas obrigações morais, exigidos pela nova filiação divina, são omitidas.
Dificilmente você vai ligar seu televisor em qualquer programa de exibição de conteúdo gospel e ouvirá pregações temáticas, textuais ou expositivas com a ênfase que foi dada ao versículo acima.
Tampouco, alguém fará um apelo às possibilidades de perdas, à vida simples ou à abnegação genuína dos seus bens sem que seu dinheiro seja moeda de troca com “bênçãos que Deus têm para você”. Aliás, desconsidere que o Cristo não tinha bens e posses, e que não tinha “sequer onde reclinar sua cabeça” (Lucas 9:58). Muito menos que uma vida assim é passível de felicidade e alegria!
Não me lembro da última vez que vi e ouvi na TV – se é que já houve alguma vez – em que um pregador – seja ele pastor, evangelista, bispo, apóstolo, ou como está agora “na moda” dizer: “pai-póstolo”–, que Jesus nasceu num berço de palhas, envolto em faixas e hospedado no “Hilton Palace Estrebaria”, mas, que isto haveria por ser um sinal (Lucas 2:12). Talvez tenha até ouvido, mas, não sem ter presenciado uma exegese do texto totalmente deturpada e adequado seu conteúdo hermenêutico ao contexto para pretexto e acomodada aos seus gostos.
Incomoda-me o estardalhaço suntuoso com que os ditos pregadores se alteram em suas oratórias inflamadas afirmando que as provas e insucessos, o momento triste pela reprovação no concurso, o filho febril, a decepção com o namoro rompido e o casamento em crise e tantos outros percalços da vida são sinais “da vida sem a benção”, ou que é a paga por estarem fora da daquilo que eles chamam de “visão”. Alguns até se esquecem que Jesus disse: “Nesse mundo experimentareis a aflição, mas, tende confiança, eu venci o mundo” (João 16:33b).
O tema do sermão do último Domingo foi: “Sucesso ou triunfo?”. A igreja deve se lembrar da perspectiva dessa abordagem na qual expusemos logo na introdução a diferença entre uma teologia do Triunfo contra a heresia diabólico-mundana do triunfalismo.
Durante a mensagem, no culto, enfatizamos partes do filme “Desafiando Gigantes”. Achei valioso e edificante o filme, pois, aborda estórias de vitórias (isso mesmo, conquanto seja um filme, representa a realidade de muitas vidas que se renderam ao senhorio de Cristo Jesus), mas, que não se rendeu à mensagem apelativa do triunfalismo. Em seu conteúdo não encontramos uma produção que vendeu a imagem de um evangelho barateado, nem do discurso de uma prosperidade de permuta, beirando a conchavos mágicos com Deus.
Meditando sobre o tema – triunfo X triunfalismo –, lembrei-me de um texto muito rico e oportuno e que não poderia deixar de compartilhar com minhas ovelhas. O Ev. Luiz Henrique de Almeida e Silva, um dos escritores-colaboradores das Revistas de Escola Dominical da CPAD que afirma em sua reflexão:
“O triunfalismo nada mais é que o principal produto da famigerada Teologia da Prosperidade, a qual acrescento o ‘Material’, ficando assim: Teologia da Prosperidade Material (ou TPM dos crentes...). É um tal de não aceito isso, não aceito aquilo outro, doente não posso ficar, miséria não é pra mim e por aí vai... A aceitação, ou melhor, a proclamação da Teologia da Prosperidade foi a institucionalização da arrogância entre os crentes. Por que essa ‘nova revelação’ não surgiu na época da igreja primitiva?[grifo nosso] Seria muito útil lá, afinal a perseguição era terrível e cruel. Ser cristão naquela época era quase que ser considerado terrorista da Al Qaeda nos dias de hoje. Mas os intentos de Satanás foram frustrados, visto que para cada cristão que morria surgiam dez em seu lugar! Parecia que era fertilizante e não sangue que corria em suas veias. Cada gota de sangue cristão derramado irrigava uma nova safra de crentes mais dispostos que a anterior, para desespero do diabo. Aquilo pra ele era um verdadeiro inferno. Escaldado com essas experiências negativas (ou seria melhor dizer positivas?), ele resolveu mudar de tática: descobriu que melhor que matar um crente fiel era deixá-lo vivo, mas tornando-o infiel. Com isso, o benefício seria duplo: enquanto a morte de um crente fiel produzia piedade em vários outros, a vida de um crente infiel (se é que isso existe!) traz vilipêndio ao nome de Jesus e desmoralização à sua igreja, que é o seu corpo”.


Triunfo ou triunfalismo?


“Portanto eu me comprazo nas fraquezas, nos insultos, nos constrangimentos, nas perseguições e nas angústias por Cristo! Pois quando sou fraco, então é que sou forte”. II Coríntios 12:10.
Que venham, pois, todos os desafios, constrangimentos, perseguições, insultos, angústias e fraquezas. Que apareçam em mim as marcas da cruz. Que minha alma fique triste a ponto de morrer. Para a glória do Senhor. E ai de quem disser que eu estou “fora da visão”.
Por um evangelho genuíno.

Deus nos Abençoe e tenha misericordia de todos.....

Um Abraço

pr. Edmundo




http://www.ipidocruzeiro.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=511&Itemid=34
http://blogs.gospelprime.com.br/escoladominical/o-triunfalismo-cristao-e-de-deus-ou-do-diabo/

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

AS 3 ONDAS DO PENTECOSTALISMO! QUAIS SÃO???

O movimento surgiu praticamente dentro da Igreja metodista, cujo fundador é Jonh Wesley.
O Pentecostalismo chegou em 1910-1911, com a vinda de missionários originários da América do Norte: Louis Francescon, que dedicou seu trabalho entre as colônias italianas no Sul e Sudeste do Brasil, originando a Congregação Cristã no Brasil; Daniel Berg e Gunnar Vingren, que inciaram suas missões na Amazônia e Nordeste, dando origem às Assembléias de Deus.

O movimento pentecostal pode ser dividido em três ondas.

A primeira, chamada pentecostalismo clássico.
Conhecida tambem, como Pentecostalismo denominacional, iniciada na década de 1900 entre metodistas (arminianos e não bem doutrinados). Caracterizou-se pela criação de novas denominações Abrangeu o período de 1910 a 1950 e iniciou-se com sua implantação no país, decorrente da fundação da Congregação Cristã no Brasil e da Assembléia de Deus até sua difusão pelo território nacional. Desde o início, ambas as igrejas caracterizam-se pelo anticatolicismo, pela ênfase na crença no Espírito Santo, por um sectarismo radical e por um ascetismo que rejeita os valores do mundo e defende a plenitude da vida moral.
Em 1932 em Mossoró-RN iniciou-se a Igreja de Cristo no Brasil sendo a primeira igreja pentecostal brasileira e diferente das demais da época com ênfase na doutrina da perseverança dos salvos.

A segunda onda chamada pentecostalismo Neo-clássico.
Tambem conhecida como Renovação Carismática, inter ou adenominacional. Começou a surgir na década de 1950, quando chegaram a São Paulo dois missionários norte-americanos da International Church of The Foursquare Gospel. Na capital paulista, eles criaram a Cruzada Nacional de Evangelização e, centrados na cura divina, iniciaram a evangelização das massas, principalmente pelo rádio, contribuindo bastante para a expansão do pentecostalismo no Brasil. Em seguida, fundaram a Igreja do Evangelho Quadrangular. No seu rastro, surgiram O Brasil para Cristo, Igreja Pentecostal Deus é Amor, Casa da Bênção, Igreja Unida e diversas outras menores.

A terceira onda, chamada a neopentecostal.
Teve início na segunda metade dos anos 70. Fundadas por brasileiros, a Igreja Universal do Reino de Deus (Rio de Janeiro, 1977), a Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra (Brasília, 1992) e a Renascer em Cristo (São Paulo, 1986) estão entre as principais. Utilizam intensamente a mídia eletrônica e aplicam técnicas de administração empresarial, com uso de marketing, planejamento estatístico, análise de resultados etc. Algumas delas pregam a Teologia da Prosperidade, e/ou por grosseiras aberrações usando algo FÍSICO que vem da superstição pagã e até do demonismo aberto (dentes de ouro; vômito / sopro / cola do Espírito; gargalhada de Toronto; latidos santos; água magnetizada; óleo de Israel; fogueira santa; amuletos, patuás e despachos; etc.). Tais teologia da prosperidade e grosseiras aberrações físicas comuns ao ocultismo são enfatizadas em mega-igrejas e mega-TELE-cultos (Hinn, Hagin, Macedo, Soares, Rodovalho, Milhomens, Castellano, etc.). A mensagem central é:“Faça/ dê/ use isto FÍSICO (que só NOSSA igreja pode lhe vender/ dar), depois ORDENE a Deus aos demônios e ao universo, e você vai instantânea e totalmente ter TUDO que quiser, quer seja na área financeira, profissional, de saúde, de casamento, espiritual, ou qualquer outra área.”

O neopentecostalismo constitui a vertente pentecostal mais influente e a que mais cresce. Também são mais liberais em questões de costumes.

Nessa onda vale tudo. O sincretismo é algo muito forte nessa onda. Nessa onda que se utiliza de ferramentas de comunicação e alcance em massa, tais como Televisão, Rádio, bandas musicais com projeção regional ou nacional...

Tomemos muito cuidado....... Jesus Cristo está voltando !!!
Um abraço em Cristo
Pr. Edmundo


quinta-feira, 10 de setembro de 2009

A IGREJA TEM QUE FAZER DIFERENÇA!

Tempo Bíblico: Tempo de Jesus.
Para Quem foi Escrito? Para a Igreja primitiva.
Quando? Depois da destruição de Jerusalém, no ano 70 d.C., quando a Igreja experimentava um grande crescimento.
Porque? Os cristãos judeus queriam impor a Lei como a mediadora entre Deus e os homens e, os cristãos gentios, por sua vez, queriam viver sem nenhum tipo de lei, aproveitando-se da sua liberdade em Cristo Jesus para darem vazão às obras da carne.
Para Quê? Para corrigir os erros de ambos os grupos e dar à Igreja uma base teológica consistente para um crescimento sadio.
Assunto Principal: Devido à sua nova natureza, os cristãos afastam as trevas e conservam o padrão moral do ambiente onde estão.
A presença de um único cristão verdadeiro é suficiente para afastar as trevas e conservar a moral do ambiente.
A Igreja tem que fazer diferença!
- Como podem os cristãos corresponder a tão grande desafio?
- Deixando que estas duas magníficas declarações de Jesus se tornem reais em sua vida:

jesus dize em Mateus 5.13-16 "Vós sois o sal da terra; e, se o sal for insípido, com que se há-de salgar? para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens.
Vós sois a luz do mundo: não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte;
Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa.
Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus".

1) O CRISTÃO VERDADEIRO É SAL (vs 13 "Vós sois o sal da terra; e, se o sal for insípido, com que se há-de salgar? para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens". ).
O crente santificado deve possuir a realidade daquilo que professa.
O sal é a influência silenciosa do cristão no seu ambiente. No silêncio...

1.1 – O Sal tempera Os cristãos são o tempero de Deus para que o mundo aprenda a apreciar Seu o amor – II Coríntios 2.14-15. " E, graças a Deus, que sempre nos faz triunfar em Cristo, e por meio de nós manifesta, em todo o lugar, o cheiro do seu conhecimento".
Porque, para Deus, somos o bom cheiro de Cristo, nos que se salvam e nos que se perdem
1.2 – O Sal alimenta O mundo tem fome de Deus. Disse Jesus: “Dai-lhes vós de comer!” Mt 14.16.
1.3 – O Sal conserva A simples presença de um cristão genuíno é suficiente para manter a moral no trabalho, na escola, em casa, etc. A presença da Igreja no país deve ter o mesmo efeito: evitar que os padrões morais se deteriorem.
Duas preocupações devem ter os cristãos: Equilíbrio e Purificação.

a) Equilíbrio: Não salgar demais (tornarem-se intragáveis);
b) Purificação: Não perder o sabor - sob certas circunstâncias (misturas) o sal pode perder o seu sabor. Quando isto acontecia, o sal era jogado na entrada das casas, para ser pisado pelas pessoas (para evitar o barro em dias de chuva). Deixando de funcionar como deve, o cristianismo é pisado pelos homens (repare como a mídia pisa nos cristãos quando eles dão mau testemunho).

Você deve ser sal onde quer que Deus o tenha colocado. Se nós fizermos diferença, haverá tempero, alimento e conservação.
Apelo: Peça ao Senhor equilíbrio e purificação. A Igreja tem que fazer diferença!

2) O CRISTÃO VERDADEIRO É LUZ (vs 14-16 "Vós sois a luz do mundo: não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte;Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa.Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus". ).
Ao contrário do sal, que age no silêncio, a luz deve ser colocado em lugar alto.
Mas, à semelhança do sal, deve ser útil:

2.1 – A Luz afasta a escuridão (e, junto com ela, o medo) – João 1.5. "E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam".
2.2 – A Luz orienta (especialmente os que ainda estão longe da luz) – Mateus 4.16 " O povo que estava assentado em trevas viu uma grande luz; e aos que estavam assentados na região e sombra da morte, a luz raiou".
2.3 – A Luz conforta – Salmo 34.5-6. "Olharam para ele, e foram iluminados; e os seus rostos não ficarão confundidos. Clamou este pobre, e o Senhor o ouviu, e o salvou de todas as suas angústias".

Duas preocupações devem ter os cristãos: Humildade e Retidão.
a) Humildade: A luz principal é Cristo; os cristãos são luzeiros (Filipenses 2.15 "Para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus, inculpáveis, no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo" ). Nossas obras devem brilhar diante dos homens, mas, em humildade. A luz do cristão permite que o mundo veja suas obras e glorifique a Deus.
b) Perseverança: A luz está ligada à idéia de justiça, retidão. A base da ilustração da luz é o próprio Deus (I João 1.5). Somos luzeiros, isto é, refletimos o caráter de Deus sobre as pessoas ao nosso redor.

Você dever refletir a luz de Deus sobre o mundo. Somente assim as pessoas irão encontrar o Salvador.
Peça ao Senhor humildade e retidão. A Igreja tem que fazer diferença!

Onda há um cristão verdadeiro, o padrão moral é conservado e as trevas são afugentadas. É preciso, tão-somente, deixar que a presença e a luz de Cristo flua em nós.
Clamemos hoje ao Senhor, por nós e por nosso país. Que a Igreja faça diferença, afaste as trevas, abra o “apetite espiritual” das pessoas, conserve alto o padrão moral. Oremos pelo nosso país e pela Igreja.


Que Deus em Cristo nos Abençoe.

Pr. Edmundo

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

A CONSCIÊNCIA E A SENSIBILIDADE ESPIRITUAL DA IGREJA

Uma comunidade crista é composta de pessoa morais, cívicas e espirituais, que conscientes, ou melhor, dizendo: que tem noção do que se passa em cada individuo, de suas responsabilidades e atividades; sensíveis, claro e evidente nas suas atuações e ao seu próximo. Somos semelhantes a uma colônia de formigas, que trabalham e desenvolvem juntas para o progresso produtivo e prospero, a fim de que um e todos desfrutem da mesma coisa.

Temos que ter consciência e sensibilidade, a saber:

I. Na adoração

Gn 22.5 “E disse Abraão a seus moços: Ficai-vos aqui com o jumento, e eu e o moço iremos até ali; e havendo adorado, tornaremos a vós”.
Dn. 3.18 “E, se não, fica sabendo ó rei, que não serviremos a teus deuses nem adoraremos a estátua de ouro que levantaste’.
Mt 15.25 “Então chegou ela,( a mulher Cananéia) e adorou-o, dizendo: Senhor, socorre-me!
Adoração é o ato de o servo encurvar-se diante do seu senhor e lhe prestar honra, reverencia e respeito. Adoração deve ser a atitude do cristão ao chegar à presença de Deus.

Todo cristão é um sacerdote.
Ap.1.6 “E nos fez reis e sacerdotes para Deus e seu Pai; a ele glória e poder para todo o sempre. Amém”.
Sem adoração a igreja não recebe a benção de Deus. Zc 14.17 “E acontecerá que, se alguma das famílias da terra não subir a Jerusalém, para adorar o Rei, o SENHOR dos Exércitos, não virá sobre ela a chuva”.

Adora-se somente em 2 formas:
a) Em Espírito, que é a parte do nosso Espírito com o Espírito de Deus, parte do relacionamento com o divino ou por onde nos comunicamos com Ele.
b) E em Verdade, que a parte humana; que é feita com sinceridade, realidade, ela deve ser viva, e não mecânica, formal, ritual, mas original.
Sl 145.18 “Perto está o SENHOR de todos os que o invocam, de todos os que o invocam em [verdade]”.
Jo 4.23 “Mas a hora vem, e agora é, em que os [verdade]iros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem".

II. No serviço

1. Somos nós por meio de Cristo que realizamos esta obra, somos peças importantíssimas e indispensáveis. 1 Pd 2.5 “Vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo”.
2. São como a nossa mão (atividade, comunhão ajuda) aberta (liberalidade). São como os nossos pés (firmeza) firmados na rocha (estabilidade); colocados num lugar amplo (liberdade). Lavados ou mergulhados em azeite (abundancia); mergulhados em sangue (vitoria).
3. A igreja deve esta atuante, contextualizada e dinâmica no poder do Espírito Santo. At 4.31 “E, tendo orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do Espírito Santo, e anunciavam com ousadia a palavra de Deus!.”
4. Deve ser abençoadora e ministradora. At 2.43,44 “E em toda a alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos. E todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum”.
5. Deve ter um crescimento constante. At 2.47 “Louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar”.

A igreja deve ter um sistema definido: a saber: Conjunto ordenado de meios de ação ou de idéias, tendente a um resultado; plano, método

1) Sistema de apoio emocional. At 2.42 “E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações”.
Koinonia – Gr. Comunhão, que significa: compartilhar a vida junto; em torno de um propósito comum.

Como igreja e comunidade devemos estar unidos neste sentido:
Quando Precisamos ser
Fracassarmos ............................perdoados
Tropeçarmos ............................sustentados
Fomos feridos .............................curados
Presos ........................................libertos
Erramos ....................................corrigidos
Perdidos ..................................direcionados
Com medo ................................protegidos
Rejeitados ...................................aceitos
Odiados ......................................amados

2) Sistema de apoio financeiro. At 4.32-35 “E era um o coração e a alma da multidão dos que criam, e ninguém dizia que coisa alguma do que possuía era sua própria, mas todas as coisas lhes eram comuns. E os apóstolos davam, com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça. Não havia, pois, entre eles necessitado algum; porque todos os que possuíam herdades ou casas, vendendo-as, traziam o preço do que fora vendido, e o depositavam aos pés dos apóstolos. E repartia-se a cada um, segundo a necessidade que cada um tinha”.
2 Co 9.7-10 “Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria. E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda a graça, a fim de que tendo sempre, em tudo, toda a suficiência, abundeis em toda a boa obra; Conforme está escrito: Espalhou, deu aos pobres; A sua justiça permanece para sempre”.
* Ninguém era forçado a dar ou contribuir. Da mesma forma devemos fazer com l * liberalidade, generosidade e compromisso ao nosso Deus;
* É um pacto de Deus com o homem de prosperidade, se o homem for fiel;
* O que contribui é cheio do Espírito Santo e de fé;
* Onde há este apoio não pode haver miséria, ruína e nem desgraça.

3) Sistema de apoio espiritual. At 12.5 “Pedro, pois, era guardado na prisão; mas a igreja fazia contínua oração por ele a Deus”

* Crescimento: familiar, congregacional e pastoral. At 11.19-23 “E os que foram dispersos pela perseguição que sucedeu por causa de Estêvão caminharam até à Fenícia, Chipre e Antioquia, não anunciando a ninguém a palavra, senão somente aos judeus. E havia entre eles alguns homens cíprios e cirenenses, os quais entrando em Antioquia falaram aos gregos, anunciando o Senhor Jesus. E a mão do Senhor era com eles; e grande número creu e se converteu ao Senhor. E chegou a fama destas coisas aos ouvidos da igreja que estava em Jerusalém; e enviaram Barnabé a Antioquia. O qual, quando chegou, e viu a graça de Deus, se alegrou, e exortou a todos a que permanecessem no Senhor, com propósito de coração”

* Recebe o Espírito Santo.
At 10.44-46 “E, dizendo Pedro ainda estas palavras, caiu o Espírito Santo sobre todos os que ouviam a palavra. E os fiéis que eram da circuncisão, todos quantos tinham vindo com Pedro, maravilharam-se de que o dom do Espírito Santo se derramasse também sobre os gentios. Porque os ouviam falar línguas, e magnificar a Deus”.

* Usam e desenvolvem os dons espirituais. 1 Co 12.1-11. 28; 14.1; Ef 4.11-1

Somos responsáveis pro este processo de formatização dos modelos e exercícios espirituais e sociais desta igreja que pertence, em primeiro lugar a Cristo.
Saibamos ter consciência, noção do que se passa em nós, Percepção clara dos fenômenos que nos informam a respeito da nossa própria existência e sensibilidade, a disposição de não só ser dominado pelas impressões, sentimentos, emoções, mas receber impressão por qualquer dos sentidos, principalmento da nossa humanidade espiritual.

um abraço
em Cristo Jesus
Pr. Edmundo



terça-feira, 7 de julho de 2009

Culto Racional


“Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional” (Rm 12:1)

O termo ‘racional’ remete a raciocínio. Parece bastante óbvio. Assim como também, por associação, se entende que somente os seres humanos podem apresentar tal culto, visto que somente eles possuem raciocínio. Os anjos também possuem raciocínio, porém, por natureza não possuem corpo, visto que são espíritos (Hebreus 1:14). Paulo está falando aqui exclusivamente à igreja.
O vocábulo correspondente na versão original o grego “logikên latreian”, ou seja, ‘culto racional’, também pode ser entendido, sem prejuízo, como ‘culto lógico’. De fato, há lógica na racionalidade e vice-versa. Quem acha que essas coisas trazem prejuízo à fé, precisa rever seus conceitos.
O que Paulo está querendo dizer à igreja de Cristo?
Por suas colocações vemos que há uma preocupação do apóstolo em mostrar aos irmãos a necessidade de que se realmente entenda a natureza de tudo isso, no caso, a igreja.
Por que estou aqui?... Quem me trouxe aqui?... O que vim fazer aqui?... O que estão me ensinando é verdade?... São questionamento que todos os crentes deveriam se fazer até que encontrassem respostas racionais para todos eles.
O contrário de culto racional é culto irracional. Ou seja, algo que é feito instintivamente, sem critérios ou razões que justifiquem os procedimentos adotados. Em um culto assim é praticamente impossível se seguir o que está escrito: “Tudo, porém, seja feito com decência e ordem” (I Co 14:40) . É impossível que haja qualquer um dos dois componentes pedidos sem que se entenda a natureza de cada um. E é preciso racionalidade para que isso aconteça. Por isso Deus nos fez diferentes das demais criaturas, ou seja, nos criou à sua imagem e semelhança: para que o adorássemos em espírito e em verdade, conscientes de nosso ato e de nossa missão de adoradores.
O reino de Deus é um reino de decência e ordem. Não há espaço para improvisos de última hora. A construção da arca e do tabernáculo comprovam a mensagem de organização que Deus quer nos ensinar. Até na salvação haverá ordem ("Mas cada um por sua ordem: Cristo as primícias, depois os que são de Cristo, na sua vinda". I Co 15:23).
Esse é o padrão que deve ser perseguido pela igreja de Cristo. Deus se agrada de uma obra organizada.
Em dias atuais podemos identificar como grande adversário desse padrão, o excesso de emocionalismo que tem se alastrado no meio cristão. A busca incessante pelo êxtase e pela experiência sobrenatural extrabíblica, a incorporação de ‘anexos’ doutrinários à Palavra de Deus, como se esta não fosse suficiente e os modismos importados recheados de técnicas mirabolantes de quebra de maldições e encontros obscuros são os componentes deste fim de séc. XX e início de séc. XXI. O que não é uma surpresa, Paulo já alertava que essas coisas fatalmente aconteceriam ("Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios". I Tm 4:1).
Nesse caldeirão doutrinário sem consistência – já que não se sustentam biblicamente – as pessoas estão se dirigindo às igrejas sem saber exatamente o que vão fazer por sua espiritualidade. Vão dançar, cantar, aplaudir, gritar, enfim, sem entrar no mérito dessas questões, quase sempre falta o elemento principal: a Palavra de Deus. Entram e saem alegres e exaustas. O problema é: entenderam a mensagem? A palavra que foi pregada edificou suas vidas? Deus falou com elas através de seu evangelho? Se à maioria dessas perguntas as respostas forem algo como “acho que sim”, algo está fora do lugar.
Cultos de estudo são sempre vistos como ‘enfadonhos’ e ‘entendiantes’. Já pensou, passar quase uma hora apenas consultando referências na Bíblia? Que chato, não? Agora observe Neemias 8:3 “E leu no livro, diante da praça, que está fronteira à Porta das Águas, desde a alva até ao meio-dia, perante homens e mulheres e os que podiam entender; e todo o povo tinha os ouvidos atentos ao Livro da Lei.” Estudo bíblico das seis da manhã até o meio-dia. Após isso, inclinaram-se, e adoraram o Senhor com o rosto em terra. Que lindo, não?
Uma proposta dessas nos dias de hoje seria impensável. Mas se o trabalho for uma celebração com um nome da moda, aí somente um dia inteiro é pouco.
A questão é que não há culto racional sem o entendimento da Palavra. Os ‘avivalistas’ de plantão trocam a bíblia por apostilas preparadas especialmente para direcionar as pessoas para a conclusão que lhes interessa. Seguem o exemplo das testemunhas de Jeová. Alguém já viu um deles evangelizando com uma bíblia em punho? Não, só vão às ruas com exemplares de ‘sentinela’ e ‘despertai’ ou, quando muito, com seus livretos particulares.
Por isso Paulo fala em ‘sacrifício vivo’. Ou seja, sacrifício da vontade da carne para fazer a vontade de Deus. E isso requer dedicação à sua Palavra e não somente àquilo que dá prazer, como por exemplo, ir para um retiro. Requer decência e ordem. Compromisso e organização.

Que Deus em Cristo nos Abençoe.

um abraço

Pr. Edmundo

terça-feira, 9 de junho de 2009

BATALHA ESPIRITUAL - Sete Armas Para Destruir As Fortalezas


Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim, poderosas em deus, para destruição das fortalezas” 2 Co 10:4

Ao se falar em batalha espiritual temos sempre em mente a idéia de guerra, de luta, de combate. Ao estudarmos profundamente sobre o assunto, vemos que a batalha espiritual envolve tudo isso, mas vai muito além de guerrear, e tornou-se um dos grandes desafios da Igreja do Senhor Jesus nos dias de hoje.
Quando buscamos na Palavra de Deus subsídios para entendermos como de fato devemos nos posicionar com relação a batalha espiritual, vemos uma grande ensinamento do Apóstolo Paulo, quando enfrentava na Igreja de Corinto uma oposição ferrenha à sua autoridade apostólica, e, seus adversários tentavam persuadir a igreja a rejeita-lo. E vemos no capítulo 10, o apóstolo defendendo sua autoridade apostólica, ensinando aos seus discípulos em Corinto que as armas das nossas milícias não são carnais, mas poderosas em Deus para destruição das fortalezas.
Que fortalezas são essas? São os arraiais que satanás monta à nossa volta. Ele sabe muito bem, que precisa incutir pensamentos destrutivos para derrubar as pessoas, e nós precisamos estar conscientes de que a guerra espiritual com relação às fortalezas por ele levantadas em nossa mente é ferrenha.
Satanás não está brincando de matar, roubar e destruir. Esta é a sua missão, e ele é obstinado por ela.
Às vezes as pessoas se acomodam com a idéia de que a minha salvação estando garantida o que vir é lucro, e não tem determinação para viver uma vida de abundância, de qualidade, saudável espiritualmente, e estão sempre com suas forças minadas por satanás. E assim temos visto lares, casamentos, ministérios, projetos e sonhos serem totalmente destruídos.
Mas a Palavra de Deus diz que as nossas armas não são carnais, mas poderosas em Deus, para destruir fortalezas, e precisamos crer nisso!!!!.
Um fator interessante de se ressaltar, é a tremenda confusão que se faz com armas e armadura. Muita gente acha que entrar numa batalha espiritual é simplesmente se revestir com a armadura de Deus e pronto. Com isso temos visto muitos crentes entrar e sair de uma batalha espiritual literalmente arrebentado. Porque?
Porque a armadura é uma proteção, mas usar as arma é uma tomada de posição!
São 14 as armas principais para enfrentarmos uma batalha espiritual. Vamos ver sobre as 07 primeiras que devemos usar diariamente.

1. Dedicação à verdade
2. Vida de retidão em todas as áreas ( vida transparente )
3. Proclamação do Evangelho
4. Fé
5. Amor
6. Certeza da salvação
7. Oração perseverante


Quando usamos essas armas contra o inimigo, é como se nós jogássemos uma bomba no arraial de satanás, e a igreja sai vitoriosa porque a presença do Reino de Deus se manifesta poderosamente.
A igreja do senhor hoje, é chamada à um desafio diário e precisa estar em batalha espiritual constante contra as armas do mundanismo, que tenta entrar na igreja, e em muitas delas tem entrando através da psicologia, das doutrinas humanistas, da filosofia, da neurolinguística, das atividades e passatempos emocionantes que substituem a oração, a fidelidade incondicional à Palavra de Deus, a fé, a justiça, o poder do Espírito Santo.
Na cidade de Linhares, no Espírito Santo, o pastor de uma igreja, no dia das Bruxas ( festa do halloween ), se veste de espantalho e sobe no púlpito e prega, vestido de espantalho, alegando não ter nenhum problema porque isso é apenas uma representação.
Com certeza, que essa maldição trazida pelo próprio sacerdote da igreja, traz resultados espirituais trágicos para as famílias, que passam a ser dominadas e manipuladas pelas forças malignas que agem por detrás da festa da Halloween.
Precisamos assumir nossa posição diante do mundo espiritual. Temos que saber quem somos em Cristo Jesus para usarmos os direitos e privilégios decorrentes da autoridade conquistada por Jesus, para nós.
Jesus morreu na cruz no meu lugar. É como se eu tivesse sido crucificada juntamente com Ele. Quando Ele ressuscitou, eu ressuscitei com Ele. Quando Ele se assentou à direita do Pai nos lugares celestiais, Ele me levou juntamente com Ele. Portanto, eu estou assentada nos lugares celestiais com Ele. Essa é a minha posição em Cristo Jesus!!! Aleluia!!!

Somos:
Embaixadores de Cristo - II Co 5:20 "De sorte que somos embaixadores da parte de Cristo, como se Deus por nós rogasse. Rogamo-vos, pois, da parte de Cristo, que vos reconcilieis com Deus".


Templo do Espírito Santo - I Co 3:16 "Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?"


Direito de chamar a Deus de Aba-Pai - Rm 8:15 " Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes em temor, mas recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai."


Adotado pelo Pai como filhos - Ef 1:5 "E nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade "


Nossos pecados foram perdoados - Cl 1:14 "Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados"

Selados pelo Espírito Santo - Ef. 1:13 "Em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa"

Estas e muitas outras posições nos foram dadas, e além disso, Jesus compartilhou conosco a autoridade que Ele recebeu do Pai.Quando cremos nele, recebemos essa autoridade. Temos em Cristo, autoridade para:

* Pisar em serpentes e escorpiões e sobre o poder do inimigo - Lc. 10:19 "Eis que vos dou poder para pisar serpentes e escorpiões, e toda a força do inimigo, e nada vos fará dano algum"
* Expelir demônios - Mc 3:14 "E nomeou doze para que estivessem com ele e os mandasse a pregar, E para que tivessem o poder de curar as enfermidades e expulsar os demônios"
* Curar todos os tipos de enfermidade - Mt. 10:1 "E, chamando os seus doze discípulos, deu-lhes poder sobre os espíritos imundos, para os expulsarem, e para curarem toda a enfermidade e todo o mal"

Quando assumimos nossa posição em Cristo, e recebemos dele autoridade, passamos a usar as armas com destreza, e aí sim, podemos nos revestir da armadura de Deus e estaremos prontos para enfrentar qualquer tipo de Batalha Espiritual. Estaremos prontos para enfrentar qualquer um dos níveis do império das trevas. Como soldados, estaremos prontos para guerrear, e com certeza sairemos vitoriosos. Se você não se posiciona, você tem medo. Se você tem medo, você não usa as armas e é derrotado.
Sempre que surgir um desafio, devemos enfrentar agressivamente as forças das trevas, tendo sempre em mente, que quando nós esperamos no Senhor, Ele vai nos mostrar qual estratégia ou método de guerra usar. Deus é um deus de relacionamento, é um Pai apaixonado por sua família e Ele dá mais prioridade ao AMOR do que ao serviço (o ativismo nos distância de Deus). É o nosso relacionamento com Cristo que nos prepara para as batalhas; sejam elas grandes ou pequenas, sempre sairemos vitoriosos, desde que usemos a arma certa, no local certo, e na hora certa.


um Abraço pro meio de Cristo Jesus

Pr. Edmundo