segunda-feira, 2 de abril de 2012

CONCEITUAR OU “PRECONCEITUAR”?

Lc 18 9-14

Existem duas áreas da vida, que é nosso pensamento e nossas ações.

DE ONDE RECEBEMOS AS INFORMAÇÕES?

Jesus reconheceu que, mesmo no seu tempo, havia pessoas que tinha ideais acerca do que era certo e que era errado.

A partir desse “preconceito” ou conceito ou opinião formados antecipadamente, sem maior ponderação ou conhecimento dos fatos; idéia preconcebida. Julgamento ou opinião formada sem se levar em conta o fato que os conteste; prejuízo. Determinava tudo na vida; relacionamentos, atividades diárias e relacionamentos com Deus.

A pergunta continua: de onde recebemos as informações que formam as idéias que “fazem a nossa cabeça”?

Na parábola do fariseu, podemos imaginar que em casa, desde criança, ele ouvia que era melhor do que a irmã porque era homem. Quando ia para a sinagoga, ouvia que era melhor do que o publicano porque era religioso. Na Yeshivah (seminário judaico) que era melhor que os outros porque orava e jejuavam mais. E assim, inundado pelo conceito (pensamento, idéia, opinião) dos outros, tornou-se um preconceituoso assumido.

COMO ISTO INTERFERE NA VIDA DAS PESSOAS?

Jesus tinha interesse de ensinar essa historia para o povo porque sabia da carga de preconceitos que o ser humano carregava. Ele ensina a um grupo especifico que se achavam melhor do que os outros. Jesus mostra que o preconceito não nos leva a lugar nenhum. Vejamos alguns tipos de preconceitos:

Preconceito Religioso (Lc 18 9-14). pessoa que se acham melhores por pertencer a uma religião. O problema com o fariseu era que não reconhecia seu verdadeiro estado espiritual. Deus quer arrependimento verdadeiro, visto na vida do publicano.

Preconceito Social (Lc 18.15-17). Assim como Jesus disse: “deixai vir a mim os pequeninos”, ele recebe o pecador convertido de qualquer nível social.

Preconceito Financeiro (Lc 18.18-27). O que Deus exige é obediência e desprendimento aos apegos dos bens matérias, pois, pode impedir um verdadeiro relacionamento com Deus.

Preconceito Evangélico (Lc 18.28-30). Há aqueles que julgam o seu sacrifício o Maximo e, pro isso, esperam um tratamento diferenciado, querendo impor-se aos demais. Deus que servos, e não senhores.

O preconceito pode interferi negativamente na vida de alguém, trazendo hostilidade, perseguição, isolamento e exclusão. Aquele que é objeto de nosso preconceito, hoje, pode vir a ser uma benção para nós no amanha!

As pessoas têm uma idéia preconcebida das outras, de que não podem, não devem, e por ai a fora! Mas quando entendemos o ensino de Cristo, sabemos valoriza, amar e ser mais humanos.

Os formadores de opinião da nossa sociedade pós-moderna têm conceitos sobre todos os fatos, concebidos, preconcebidos e preconceituosos. De forma que influenciam sua geração a serem taxados de “antiquados”, “retrógados”, “bitolado”, “perdedor”, etc.

SEJA UMA FONTE PURA, NÃO UM LAGO SUJO!

Na época de Jesus, ele também passou por situações de preconceito, tendo sido desprezado, ridicularizado, humilhado e ate excluído (Hb 2.18; 4.15). Mesmo assim, não agiu de acordo com os preconceitos. Em lugar de permitir que as “fontes de idéias sujas” contaminassem os seus conceitos, preferiu ser Ele mesmo uma fonte saudável que o levaria água boa para o “lago” de outras vidas.

Jesus lidou com algumas situações:

§ Os que gostavam de jogar pedra nos pecadores (Jo 8.1-11);

§ Aquela mulher acostumada com o pecado (Jo 4.1-30);

§ A pecadora que ungiu os pés de Jesus, acostumada com o preconceito (Lc 7.36-50);

§ Os marginalizados desprezados da sociedade (Mt 9.10-13).

A sociedade de um modo geral classifica os seus iguais de varias formas, independentemente de sua classe social, seu nível ou status. A opinião publica bate forte em todas as direções, muitas vezes preconceituosas e discriminatórias, sempre ou quase todas às vezes influenciadas e orquestradas por lideranças políticas e “evangélicas”.

Um Abraço...

Pr. Edmundo

quarta-feira, 14 de março de 2012

Vencendo a Ansiedade

CAUSAS DA ANSIEDADE


Como a psicologia define a ansiedade?

Ansiedade é um acompanhamento normal do crescimento e do desenvolvimento humano frente a mudanças e a algumas situações inéditas e ameaçadoras. É o que g

eralmente leva a uma ação que objetiva reduzir ouextinguir uma ameaça. Ela pode ser construtiva, pois ajuda a evitar danos, alertando a pessoa para que execute certos atos que eliminem o perigo. Esses atos podem ser conscientes, como estudar para uma prova, atravessar a rua correndo para não ser atropelado, ou inconscientes, utilizando-se de mecanismos


Segundo Moore e Fine (1992), a ansiedade é um estado emocional desprazeroso, caracterizado por uma sensação de perigo iminente. Sua intensidade e duração podem variar, podendo, ainda, manifestar-se psicológica e fisiologicamente. Os sintomas fisiológicos são os mesmos que descrevemos acima, e os psicológicos são experimentados com auto-absorção apreensiva, como um sentimento de se sentir impotente ante um perigo repentino, vago ou desconhecido. Tais sentimentos podem acompanhar sintomas fisiológicos, ou surgirem sozinhos.
de defesa, tal como afastando da consciência um impulso ou idéia ameaçadora (Barlow, 2000; Dalgalarrondo, 2000; Fenichel, 1981; Kaplan & Sadock, 1999).

Para May (1977), a ansiedade é um estado de tensão de uma pessoa diante de uma situação considerada de perigo, causando a sensação dela estar agarrada, oprimida, com uma compressão do tórax, e uma confusão generalizada. Essa situação ocorre pela dificuldade em decidir sobre o papel que se deve assumir e qual atitude se deve tomar. Configura-se como uma confusão básica a respeito de nossos próprios objetivos.

Freud (1932/1976) define ansiedade como um estado afetivo, com combinações de alguns sentimentos de prazer-desprazer. A primeira ansiedade do indivíduo se dá no momento do nascimento, e é considerada como ansiedade tóxica. Ela ocorre em conseqüência de estimulação instintiva excessiva, que o organismo não tem capacidade de controlar. Freud faz a distinção entre dois tipos de ansiedade: a realística e a neurótica. A ansiedade realística é considerada uma reação normal e compreensível frente a um perigo externo, que provoca no indivíduo um estado de tensão motora aumentado. Tal tensão pode gerar duas reações diferentes: ou o indivíduo adapta-se à situação de perigo, fugindo ou se defendendo, ou o estado de tensão aumentado predomina, causando mais ansiedade, e paralisando as ações da pessoa.

Seguindo a linha de pensamento de Freud, Nunberg (1989) assinala que nos casos das fobias, a ansiedade interna é projetada em um objeto externo como forma de defesa, formando o sintoma fóbico. Quando surge o sintoma a ansiedade diminui em sua intensidade ou desaparece totalmente, e, quando o sintoma é impedido de se manifestar, surgem estados de ansiedade.

Embora todos as pessoas tenham um certo grau de ansiedade, em algumas, em virtude de fatores individuais, ou ligados à complexidade da sociedade em que vivem, a ansiedade normal torna-se patológica, determinando assim alguns quadros clínicos. No organismo humano existe um complexo circuito regulador entre o sistema imunológico e o endócrino que está envolvido nos processos de adaptação ao meio. Este circuito, durante períodos de estresse, lança na corrente sangüínea encefalinas e catecolaminas, através da glândula supra-renal, e endorfinas e ACTH através da hipófise, responsáveis pela resposta do organismo, considerada como uma defesa deste para o estado de estresse. Quando existe um excesso dessas defesas, provocado pela freqüência e intensidade de agente psicossocial estressante, surgem, como conseqüência, as doenças de adaptação. Eventos traumáticos como perdas, doenças terminais, divórcios e, mesmo exames acadêmicos, podem acarretar conseqüências mórbidas do ponto de vista psiconeuroimunológico (Moreira, 2003).


A PROVIDÊNCIA DIVINA (CURA PARA A ANSIEDADE).

Gn 45.5 “…não vos entristeçais, nem vos pese aos vossos olhos por me haverdes vendido para cá; porque, para conservação da vida, Deus me enviou diante da vossa face.”Depois de o Senhor Deus criar os céus e a terra (1.1), Ele não deixou o mundo à sua própria sorte. Pelo contrário, Ele continua interessado na vida dos seus, cuidando da sua criação. Deus não é como um hábil relojoeiro que formou o mundo, deu-lhe corda e deixa acabar essa corda lentamente até o fim; pelo contrário, Ele é o Pai amoroso que cuida daquilo que criou. O constante cuidado de Deus por sua criação e por seu povo é chamado, na linguagem doutrinal, a providência divina.

ASPECTOS DA PROVIDÊNCIA DIVINA. Há, pelo menos, três aspectos da providência divina.

(1) Preservação. Deus, pelo seu poder, preserva o mundo que Ele criou. A confissão de Davi fica clara: “A tua justiça é como as grandes montanhas; os teus juízos são um grande abismo; SENHOR, tu conservas os homens e os animais” (Sl 36.6). O poder preservador de Deus manifesta-se através do seu filho Jesus
Cristo, conforme Paulo declara em Cl 1.17: Cristo “é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por Ele”. Pelo poder de Cristo, até mesmo as minúsculas partículas de vida mantêm-se coesas.

(2) Provisão. Deus não somente preserva o mundo que Ele criou, como também provê as necessidades das suas criaturas. Quando Deus criou o mundo, criou também as estações (1.14) e proveu alimento aos seres humanos e aos animais (1.29,30). Depois de o Dilúvio destruir a terra, Deus renovou a promessa da provisão, com estas palavras: “Enquanto a terra durar, sementeira e sega, e frio e calor, e verão e inverno, e dia e noite não cessarão” (8.22). Vários dos salmos dão testemunho da bondade de Deus em suprir do necessário a todas as suas criaturas (e.g., Sl 104; 145). O mesmo Deus revelou a Jó seu poder de criar e de sustentar (Jó 38-41), e Jesus asseverou em termos bem claros que Deus cuida das aves do céu e dos lírios do campo (Mt 6.26-30; 10.29). Seu cuidado abrange, não somente as necessidades físicas da humanidade, como também as espirituais (Jo 3.16,17). A Bíblia revela que Deus manifesta um amor e cuidado especiais pelo seu próprio povo, tendo cada um dos seus em alta estima (e.g., Sl 91; ver Mt 10.31). Paulo escreve de modo inequívoco aos crentes de Filipos: “O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus” (ver Fp 4.19). De conformidade com o apóstolo João, Deus quer que seu povo tenha saúde, e que tudo lhe vá bem (ver 3Jo 2).

(3) Governo. Deus, além de preservar sua criação e prover-lhe o necessário, também governa o mundo. Deus, como Soberano que é, dirige, os eventos da história, que acontecem segundo sua vontade permissiva e seu cuidado. Em certas ocasiões, Ele intervém diretamente segundo o seu propósito redentor. Mesmo assim, até Deus consumar a história, Ele tem limitado seu poder e governo supremo neste mundo. As Escrituras declaram que Satanás é “o deus deste século” [mundo] (2Co 4.4) e exerce acentuado controle sobre a presente era maligna (ver 1Jo 5.19; Lc 13.16; Gl 1.4; Ef 6.12; Hb 2.14). Noutras palavras, o mundo, hoje, não está submisso ao poder regente de Deus, mas, em rebelião contra Ele e escravizado por Satanás. Note, porém, que essa auto-limitação da parte de Deus é apenas temporária; na ocasião que Ele já determinou na sua sabedoria, Ele aniquilará Satanás e todas as hostes do mal (Ap 19-20).

A PROVIDÊNCIA DIVINA E O SOFRIMENTO HUMANO.

A revelação bíblica demonstra que a providência de Deus não é uma doutrina abstrata, mas que diz respeito à vida diária num mundo mau e decaído.

(1) Toda pessoa experimenta o sofrimento em certas ocasiões da vida e daí surge a inevitável pergunta “Por quê?” (cf. Jó 7.17-21; Sl 10.1; 22.1; 74.11,12; Jr 14.8,9,19). Essas experiências alvitram o problema do mal e do seu lugar nos assuntos de Deus.

(2) Deus permite que os seres humanos experimentem as conseqüências do pecado que penetrou no mundo através da queda de Adão e Eva. José, por exemplo, sofreu muito por causa da inveja e da crueldade dos seus irmãos. Foi vendido como escravo pelos seus irmãos e continuou como escravo de Potifar, no Egito. Vivia no Egito uma vida temente a Deus, quando foi injustamente acusado de imoralidade, lançado no cárcere e mantido ali por mais de dois anos. Deus pode permitir o sofrimento em decorrência das más ações do próximo, embora Ele possa soberanamente controlar tais ações, de tal maneira que seja cumprida a sua vontade. Segundo o testemunho de José, Deus estava agindo através dos delitos dos seus irmãos, para a preservação da vida (45.5; 50.20).

(3) Não somente sofremos as conseqüências dos pecados dos outros, como também sofremos as conseqüências dos nossos próprios atos pecaminosos. Por exemplo: o pecado da imoralidade e do adultério, freqüentemente resulta no fracasso do casamento e da família do culpado. O pecado da ira desenfreada contra outra pessoa pode levar à agressão física, com ferimentos graves ou até mesmo o homicídio de uma das partes envolvidas, ou de ambas. O pecado da cobiça pode levar ao furto ou desfalque e daí à prisão e cumprimento de pena.

(4) O sofrimento também ocorre no mundo porque Satanás, o deus deste mundo, tem permissão para executar a sua obra de cegar as mentes dos incrédulos e de controlar as suas vidas (2Co 4.4; Ef 2.1-3). O NT está repleto de exemplos de pessoas que passaram por sofrimento por causa dos demônios que as atormentavam com aflição mental (e.g., Mc 5.1-14) ou com enfermidades físicas (Mt 9.32,33; 12.22; Mc 9.14-22; Lc 13.11,16).

Dizer que Deus permite o sofrimento não significa que Deus origina o mal que ocorre neste mundo, nem que Ele pessoalmente determina todos os infortúnios da vida. Deus nunca é o instigador do mal ou da impiedade (Tg 1.13). Todavia, Ele, às vezes, o permite, o dirige e impera soberanamente sobre o mal a fim de cumprir a sua vontade, levar a efeito seu propósito redentor e fazer com que todas as coisas contribuam para o bem daqueles que lhe são fiéis (ver Mt 2.13; Rm 8.28).

O RELACIONAMENTO DO CRENTE COM A PROVIDÊNCIA DIVINA. O crente para usufruir os cuidados providenciais de Deus em sua vida, tem responsabilidades a cumprir, conforme a Bíblia revela.

(1) Ele deve obedecer a Deus e à sua vontade revelada. No caso de José, por exemplo, fica claro que por ele honrar a Deus, mediante sua vida de obediência, Deus o honrou ao estar com ele (39.2, 3, 21, 23). Semelhantemente, para o próprio Jesus desfrutar do cuidado divino protetor ante as intenções assassinas do rei Herodes, seus pais terrenos tiveram de obedecer a Deus e fugir para o Egito (ver Mt 2.13). Aqueles que temem a Deus e o reconhecem em todos os seus caminhos têm a promessa de que Deus endireitará as suas veredas (Pv 3.5-7).

(2) Na sua providência, Deus dirige os assuntos da igreja e de cada um de nós como seus servos. O crente deve estar em constante harmonia com a vontade de Deus para a sua vida, servindo-o e ajudando outras pessoas em nome dEle (At 18.9,10; 23.11; 26.15-18; 27.22-24).

(3) Devemos amar a Deus e submeter-nos a Ele pela fé em Cristo, se quisermos que Ele opere para o nosso bem em todas as coisas (ver Rm 8.28).

Para termos sobre nós o cuidado de Deus quando em aflição, devemos clamar a Ele em oração e fé perseverante. Pela oração e confiança em Deus, experimentamos a sua paz (Fp 4.6,7), recebemos a sua força (Ef 3.16; Fp 4.13), a misericórdia, a graça e ajuda em tempos de necessidade (Hb 4.16; ver Fp 4.6). Tal oração de fé, pode ser em nosso próprio favor ou em favor do próximo (Rm 15.30-32; ver Cl 4.3).

CONCLUSÃO:

Nosso maior anseio deve ser a presença de DEUS e a busca de seu Reino (5142.1; 130.6). Nós temos um amigo e ajudador muito íntimo, o ESPÍRITO SANTO, fale com Ele, ouça sua meiga voz. TENHA FÉ EM DEUS, nós somos mais importantes para DEUS do que os pássaros, as flores e os ímpios, DEUS nos ama. CREIA NISSO PELO AMOR DE DEUS!!!


em Cristo Jesus

um Abraço Pr. Edmundo

sábado, 4 de fevereiro de 2012

COMO SERÁ O SEU CARNAVAL?


O carnaval é um conjunto de festividades populares que ocorrem em diversos países e regiões católicas nos dias que antecedem o início da Quaresma, principalmente do domingo da Qüinquagésima à chamada terça-feira gorda. Embora centrado no disfarce, na música, na dança e em gestos, a folia apresenta características distintas nas cidades em que se popularizou.

O termo carnaval é de origem incerta, embora seja encontrado já no latim medieval, como carnem levare ou carnelevarium, palavra dos séculos XI e XII, que significava a véspera da quarta-feira de cinzas, isto é, a hora em que começava a abstinência da carne durante os quarenta dias nos quais, no passado, os católicos eram proibidos pela igreja de comer carne.

A própria origem do carnaval é obscura. É possível que suas raízes se encontrem num festival religioso primitivo, pagão, que homenageava o início do Ano Novo e o ressurgimento da natureza, mas há quem diga que suas primeiras manifestações ocorreram na Roma dos césares, ligadas às famosas saturnálias, de caráter orgíaco. Contudo, o rei Momo é uma das formas de Dionísio — o deus Baco, patrono do vinho e do seu cultivo, e isto faz recuar a origem do carnaval para a Grécia arcaica, para os festejos que honravam a colheita. Sempre uma forma de comemorar, com muita alegria e desenvoltura, os atos de alimentar-se e beber, elementos indispensáveis à vida.

Bom até ai tudo bem, maravilha! Mas temos que entender que no início das festividades tudo é muito bom, mas geralmente e 40% dos que vão se divertir, alguns não voltam, outros voltam, mais decepcionados, outros contraíram alguma doença, e ai a coisa fica complicada!

Porque não seguimos algumas recomendações básicas que todo o ano a prefeitura e os órgãos públicos explicam e orientam, fora disso à bíblia ela informa o seguinte: “E tornarei as vossas [festas] em luto, e todos os vossos cânticos em lamentações; e porei pano de saco sobre todos os lombos, e calva sobre toda cabeça; e farei que isso seja como luto por um filho único, e o seu fim como dia de amarguras”. Amos 8.10. Neste tempo o povo de Deus tinha se desviado da vontade divina e para Deus festa tem que ter um propósito para abençoar e nunca para trazer o mal e a infelicidade

“O vinho é escarnecedor, a [bebida] forte alvoroçadora; e todo aquele que neles errar nunca será sábio”. Pv 20.1. O vinho não erra de todo um pecado ou crime, mas tinha regras com hoje também tem que ter, pois todo aquele que nele se envolve traz para si graves conseqüências.

Como você pensa que será o seu carnaval? Muita festa, muita bebidas, muitas farras, muitas,,,etc.E depois de tudo isto o que você pensa que vai acontecer? O que você terá contraído e recebido nestes dias? Como estará a sua vida depois disso tudo?

Que Deus nos abençoe.

Pr, Edmundo

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

COMO ALCANÇAR SUCESSO?

Sl 1.1-6 “1 BEM-AVENTURADO o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. 2 Antes tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite. 3 Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará. 4 Não são assim os ímpios; mas são como a moinha que o vento espalha. 5 Por isso os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos. 6 Porque o SENHOR conhece o caminho dos justos; porém o caminho dos ímpios perecerá”.

E tudo quanto faz será bem-sucedido! Assim diz o Vs.3. O sucesso na vida não esta ligado apenas ao aspecto financeiro e profissional. Há outras qualidades importantes indispensáveis para um verdadeiro sucesso, uma vida perante Deus e os homens. Esse salmo apresenta conselhos sábios para o sucesso na vida:

ü Não se envolva com os maus (Vs.1).

ü Beber dos princípios sábios de Deus pelo estudo da bíblia (Vs.2).

ü Adquirir estabilidade que vence tempos de crise (Vs.3).

ü Não possuir a inconstância dos maus (Vs. 4).

ü Ser inculpável perante Deus e os homens (Vs.5).

ü Possuir a confiança de que Deus recompensa a justiça (Vs. 6).

1. Sucesso não é sinônimo de reconhecimento publico diante dos homens. A vida é mais do que construir monumentos para si diante dos homens; é mais do que ouvi-los, andar com eles, estar onde eles estão; é prestar atenção, analisar com precisão os preceitos de Deus, com finalidade de presta-lhe obediência.

Mt 6:1 “GUARDAI-VOS de fazer a vossa esmola diante dos homens, para serdes vistos por eles; aliás, não tereis galardão junto de vosso Pai, que está nos céus”.

Lc 16:15 “E disse-lhes: Vós sois os que vos justificais a vós mesmos diante dos homens, mas Deus conhece os vossos corações, porque o que entre os homens é elevado, perante Deus é abominação”.

2. Sucesso não é mudar conforme a moda. Sofremos pressão de todos os lados para que estejamos dentro de um uso, habito ou de um estilo geralmente aceito. Parece que hoje em dia ser autentico é coisa de gente desatualizada, desconectada. Neste ímpeto por manter-se em movimento, sempre dentro das interinfluências do meio, podemos corre o risco que perde a nossa própria identidade ou de colocá-la em algum lugar que não nos dará o necessário para a nossa sobrevivência.

Lc 12:15 “E disse-lhes: Acautelai-vos e guardai-vos da avareza; porque a vida de qualquer não consiste na abundância do que possui”.

Lc 12.22,23 “E disse aos seus discípulos: Portanto vos digo: Não estejais apreensivos pela vossa vida, sobre o que comereis, nem pelo corpo, sobre o que vestireis. Mais é a vida do que o sustento, e o corpo mais do que as vestes”.

Rm 6:4 “De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida”.

I Co 15:19 “Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens”.

Ter sucesso não é só aquilo que sucede aos acontecimento, ser bem sucedimento, tem bom êxito; alcançar um resultado feliz: chegar a conclusão. Ter sucesso é muito mais do que isto, é: ser converter a jesus cristo, mudar a maneira de pensar. fixar novas metas, aprender a dominar as emoções e compartilhar com os outros o que Deus tem feito.

Que Deus nos abençoe

um abraço,

do Amigo Pr. Edmundo


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

QUANTO VALE UMA BOA REPUTAÇÃO?

Pv 22.1 “Vale mais ter um bom nome do que muitas riquezas; e o ser estimado é melhor do que a riqueza e o ouro”.

Como o é importante ter um bom nome! Há quem busque posição social e riquezas sem importar-se como sua reputação. Tal procedimento é insensato. Em muitos casos é até melhor renunciar os próprios direitos para preservar o bom nome. Uma boa reputação (bom nome, crédito) não só beneficia quem possui, mas também a todos quantos são inspirados pela influência de alguém por seu bom testemunho e boas qualidades.

ü Você é capaz de lembrar-se de alguém cujo bom nome inspirou a sua vida?

ü Você já imaginou quantos jovens imitam a vida de um modelo que os inspirou?

ü Que qualidades principais fazem o bom nome de alguém?


  1. Você tem que ser reconhecido pelo que você é.

Por mais que a mídia coloque a pessoa em evidencia pelo que ela faz, o valor do ser humano está no que é, e não nos papeis que interpreta na vida.

Fl 1:9 “Todavia peço-te antes por amor, sendo eu tal como sou, Paulo o velho, e também agora prisioneiro de Jesus Cristo”.

I Tm 1:15 “Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal”.

I Co 15:10 “Mas pela graça de Deus sou o que sou; e a sua graça para comigo não foi vã...”

A sociedade esta carente de bons modelos de vida para imitar. O povo acaba seguindo qualquer um. Seja você mesmo. Avalie-se diante de Deus para buscar Nele a transformação necessária, não para se tornar igual a alguém, mas para se tornar integralmente você mesmo, como Deus o fez. Buscar ser outra pessoa é falso. Seja verdadeiro e autentico.

Gl 2:20 “Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim”.


  1. Você é conhecido pelo que fala.

Conhecemos mais sobre você quando você fala sobre outra pessoa. Nossa boca testemunha sobre a nossa reputação. Quando murmurarmos, julgamos. Denunciamos ou quando louvamos, cantamos e exaltamos a Deus, mesmo na adversidade, mostramos o que somos.

Mt 12 33-37 “Ou fazei a árvore boa, e o seu fruto bom, ou fazei a árvore má, e o seu fruto mau; porque pelo fruto se conhece a árvore. Raça de víboras, como podeis vós dizer boas coisas, sendo maus? Pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca. O homem bom tira boas coisas do bom tesouro do seu coração, e o homem mau do mau tesouro tira coisas más. Mas eu vos digo que de toda a palavra ociosa que os homens disserem hão de dar conta no dia do juízo. Porque por tuas palavras serás justificado, e por tuas palavras serás condenado”.

II Pd 2:3 “E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita”.

1 Tm 6.4,5 “É soberbo, e nada sabe, mas delira acerca de questões e contendas de palavras, das quais nascem invejas, porfias, blasfêmias, ruins suspeitas, Contendas de homens corruptos de entendimento, e privados da verdade, cuidando que a piedade seja causa de ganho; aparta-te dos tais”.

Deus nos abençoe em Cristo

Um Abraço do Seu Amigo

Pr. Edmundo

sábado, 19 de novembro de 2011

A LÍNGUA, BENÇÃO OU MALDIÇÃO

A língua pode nos trazer privilégios concedidos pelo Senhor Deus, alegria felicidade e paz, como pode me trazer desgraça, infortúnio e calamidade. O que vamos escolher? Dt 30.15 “Vês aqui, hoje te tenho proposto a vida e o bem, a morte e o mal” Vs 19 Os céus e a terra tomo, hoje, por testemunhas contra ti, que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua semente”

A língua uma benção de Deus.

a) Como meio de comunicação e expressão

Gn 11. Mt 12.34 “Raça de víboras, como podeis vós dizer boas coisas, sendo maus? Pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca”.

b) Como meio de louvor a Deus

Rm 14.11 Porque está escrito: Pela minha vida, diz o Senhor, todo joelho se dobrará diante de mim, e toda língua confessará a Deus”.

Sl 34.1 “Louvarei ao SENHOR em todo o tempo; o seu louvor estará continuamente na minha boca.”

e de fala dom Deus Sl 40.3 “e pôs um novo cântico na minha boca, um hino ao nosso Deus; muitos o verão, e temerão, e confiarão no SENHOR”.

Mt 21.22 “E tudo o que pedirdes na oração, crendo, o recebereis”.

Jo 16.24 “Até agora, nada pedistes em meu nome; pedi e recebereis, para que a vossa alegria se cumpra”.

c) Como meio de confessar o nome do Senhor Jesus, para a salvação.

Rm 10.10 “Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação”.

e julgamento Fp 2.11 “e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai”.

d) Como meio de proclamar o poder de Jesus

At 5.40 “E concordaram com ele. E, chamando os apóstolos e tendo-os açoitado, mandaram que não falassem no nome de Jesus e os deixaram ir”. 3.8 “E, saltando ele, pôs-se em pé, e andou, e entrou com eles no templo, andando, e saltando, e louvando a Deus”.

Devemos guardar a nossa língua.

a) Do mal.

Sl 34.12-14 “Quem é o homem que deseja a vida, que quer largos dias para ver o bem? Guarda a tua língua do mal e os teus lábios, de falarem enganosamente. Aparta-te do mal e faze o bem; procura a paz e segue-a”.

Jr 9.8 “Uma flecha mortífera é a língua deles; fala engano; com a sua boca fala cada um de paz com o seu companheiro, mas no seu interior arma-lhe ciladas”.

b) Para não ser a nossa destruição.

Pv 18.7 “A boca do tolo é a sua própria destruição, e os seus lábios, um laço para a sua alma”.

Pv 18.21 ”A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do seu fruto”.

Mt 12.37b “Porque por tuas palavras serás justificado e por tuas palavras serás condenado”.

c) É o meio de conservar a nossa alma.

Pv 13.3 “O que guarda a sua boca conserva a sua alma, mas o que muito abre os lábios tem perturbação”.

Pv 21.23 "O que guarda a boca e a língua guarda das angústias a sua alma”.

1 Pd 3.10,11 “Porque quem quer amar a vida e ver os dias bons, refreie a sua língua do mal, e os seus lábios não falem engano; aparte-se do mal e faça o bem; busque a paz e siga-a”

Resultado de uma língua não disciplinada

a) É inflamada pelo inferno.

Tg 3.6 ”A língua também é um fogo; como mundo de iniqüidade, e língua está posta entre os nossos membros, e contamina todo o corpo, e inflama o curso da natureza, e é inflamada pelo inferno”.

Pv 16.27 “O homem vão cava o mal, e nos seus lábios se acha como que um fogo ardente”.

b) Lança contenda.

Pv 6.16-19 "Estas seis coisas aborrece o SENHOR, e a sétima a sua alma abomina:olhos altivos, e língua mentirosa, e mãos que derramam sangue inocente,e coração que maquina pensamentos viciosos, e pés que se apressam a correr para o mal,e testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contendas entre irmãos”.

4.15 “O simples dá crédito a cada palavra, mas o prudente atenta para os seus passos”.

26.20 “Sem lenha, o fogo se apagará; e, não havendo maldizente, cessará a contenda”.

1 Tm 2.8 “Quero, pois, que os homens gorem em todo o lugar, levantando mãos santas, sem ira nem contenda”.

c.Fala mentira.

Pv 21.28 A testemunha mentirosa perecerá, mas o homem que ouve falará sem imputação”.

Dt 18.21-22 “E se disseres no teu coração: Como conheceremos a palavra que o SENHOR não falou? Quando o tal profeta falar tem nome do SENHOR, e tal palavra se não cumprir, nem suceder assim, esta é palavra que o SENHOR não falou; com soberba a falou o tal profeta; não tenhas temor dele”.

Jo 8.44 Vós tendes por pai ao diabo e quereis satisfazer os desejos de vosso pai; ele foi homicida desde o princípio e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele; quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira”.

Pv 6.19 “e testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contendas entre irmãos” .

12.17 “O que diz a verdade manifesta a justiça, mas a testemunha falsa engana”.

Sl 12.2 “Cada um fala com falsidade ao seu próximo; falam com lábios lisonjeiros e coração dobrado”.

A nossa língua deve ser santa.

a) Purificada por Deus.

Is 6.7 e com ela tocou a minha boca e disse: Eis que isto tocou os teus lábios; e a tua iniqüidade foi tirada, e purificado o teu pecado".

2 Tm 2.21 “De sorte que, se alguém se purificar destas coisas, será vaso para honra, santificado e idôneo para uso do Senhor e preparado para toda boa obra”.

b) Conservada pura e na verdade.

Tt 2.7-8 “Em tudo, te dá por exemplo de boas obras; na doutrina, mostra incorrupção, gravidade, sinceridade,linguagem sã e irrepreensível, para que o adversário se envergonhe, não tendo nenhum mal que dizer de nós”.

Mt 12.33-37 “Ou dizeis que a árvore é boa e o seu fruto, bom, ou dizeis que a árvore é má e o seu fruto, mau; porque pelo fruto se conhece a árvore. Raça de víboras, como podeis vós dizer boas coisas, sendo maus? Pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca. O homem bom tira boas coisas do seu bom tesouro, e o homem mau do mau tesouro tira coisas más. Mas eu vos digo que de toda palavra ociosa que os homens disserem hão de dar conta no Dia do Juízo. Porque por tuas palavras serás justificado e por tuas palavras serás condenado”.

Tg 4.11,12 “Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Quem fala mal de um irmão e julga a seu irmão fala mal da lei e julga a lei; e, se tu julgas a lei, já não és observador da lei, mas juiz. Há só um Legislador e um Juiz, que pode salvar e destruir. Tu, porém, quem és, que julgas a outrem?”

Ef 4.25 “Pelo que deixai a mentira e falai a verdade cada um com o seu próximo; porque somos membros uns dos outros”.

c) Controlada.

Tg 1.13 “Ninguém, sendo tentado, diga: De Deus sou tentado; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e a ninguém tenta”.

1 Pd 4.11 “Se alguém falar, fale segundo as palavras de Deus; se alguém administrar, administre segundo o poder que Deus dá, para que em tudo Deus seja glorificado por Jesus Cristo, ma quem pertence a glória e o poder para todo o sempre. Amém”.

d) E perfeita

Tg 3.2 “Porque todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça em palavra, o tal varão é perfeito e poderoso para também refrear todo o corpo”.

Pv 17.28 “Até o tolo, quando se cala, será reputado por sábio; e o que cerrar os seus lábios, por sábio”.

Obs: Evite os falatórios profanos. 2 Tm 14-17 “Traze estas coisas à memória, ordenando-lhes diante do Senhor que não tenham contendas de palavras, que para nada aproveitam e são para perversão dos ouvintes.Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade. Mas evita os falatórios profanos, porque produzirão maior impiedade. E a palavra desses roerá como gangrena; entre os quais são Himeneu e Fileto”

Não fale mal dos seus lideres. 1 Sm 24.6 “e disse aos seus homens: O SENHOR me guarde de que eu faça tal coisa ao meu senhor, ao ungido do SENHOR, estendendo eu a minha mão contra ele, pois é o ungido do SENHOR”. 2 Sm 1.14-16 “E disse-lhe Eli: Até quando estarás tu embriagada? Aparta de ti o teu vinho. Porém Ana respondeu e disse: Não, senhor meu, eu sou uma mulher atribulada de espírito; nem vinho nem bebida forte tenho bebido; porém tenho derramado a minha alma perante o SENHOR. Não tenhas, pois, a tua serva por filha de Belial; porque da multidão dos meus cuidados e do meu desgosto tenho falado até agora”. Sl 105.15 “Não toqueis nos meus ungidos e não maltrateis os meus profetas”.

sábado, 3 de setembro de 2011

SERÁ QUE O MEU MINISTÉRIO JÁ ACABOU?


Como saber sobre esta que questão? O que possivelmente é o indicador? Muitos homens de Deus tem sofrido profundamente nesta área, chega em um determinado momento da vida, devido os sofrimentos, dificuldades, afrontas, humilhações, decepções, etc. aparece um cansaço, um a frustração e tristeza, profunda na vida do homem de Deus que ele entra numa crise espiritual consigo mesmo. Como foi o caso de Elias. 1 Rs 19.4-7 Ele, porém, entrou pelo deserto caminho de um dia, e foi sentar-se debaixo de um zimbro; e pediu para si a morte, dizendo: Já basta, ó Senhor; toma agora a minha vida, pois não sou melhor do que meus pais. E deitando-se debaixo do zimbro, dormiu; e eis que um anjo o tocou, e lhe disse: Levanta-te e come. Ele olhou, e eis que à sua cabeceira estava um pão cozido sobre as brasas, e uma botija de água. Tendo comido e bebido, tornou a deitar-se. O anjo do Senhor veio segunda vez, tocou-o, e lhe disse: Levanta-te e come, porque demasiado longa te será a viagem”.
Existe nos dias de hoje, já com muita freqüência, de daqueles que estão a frente de obras ou de ministérios, começam a se perguntarem... E a se argüir a deus desta forma, pois a pressão espiritual, física e psicológica e de uma proporção inimaginável, dentro de um nível de luta e combate no campo do mundo espiritual, que os que estão de fora não a podem perceber e discernir o que esta acontecendo; a dificuldade destes homens na realização de suas funções. É muito fácil criticar, colocar defeitos e descobrirem erros e falhas na vida dos outros, quero ver essas pessoas procurar e encontrar nas suas própria vidas.
Quem esta a gente é o maior alvo de tudo isto e algo mais. Muitos não de nós não estamos atentando para os nossos atos  e atitudes, que deveriam ser revistas periodicamente, mas contudo, nós somos humanos, e dentro da nossa humanidade, deveríamos reconhecer a nossa fragilidade e limitação na sujeição de cometermos indevidamente o que não é obvio. Se soubéssemos que a nossa humanidade nos aproxima mais uns dos outros e do próprio Deus, entenderíamos uns aos outros, e buscaríamos e reconheceríamos a nossa insignificância.
Para os críticos de plantão as nossas palavras, o nosso modo de ser de agir e de atuar, quando mostramos a nossa cara, as nossas opiniões os incomoda. Cada um tem uma personalidade, o que determina a individualidade duma pessoa moral. Uns são quietos, silenciosos, uns se omitem, outros se manifestam, mas em todos os casos sempre são livres para ser o que são.
As famílias sempre são o alvo fácil, suas esposas e filhos estão arrolados no pacote, se fazem alguma coisa falam, se não fazem falam também. Para muitos a nossa família tem que andar sobre uma linha ditada ou formada pelas diversas classes eclesiásticas, administrativas e éticas da nossa comunidade Cristã do qual estamos inseridos. Já não bastasse a sociedade secular que impõe normas, regras e leis da cidadania, do qual, sem duvida nenhuma temos que cumprir, também nos é imposta dentro do nosso circulo dito “evangélica” a legalidade, religiosidade, o farisaísmo e a falsidade, o que para muitos é o melhor a ser feito! O dito é este, dentre muitos: “não se envolva...” “isso é briga de cachorro grande...” “vamos fazer o nosso feijão com arroz...( isto quando fazem!!!) ” Pois é dentro disto que a maioria da “nata evangélica” vive!!!
Diante destes fatos que são de uma nocividade tremendamente venenosa trazendo doenças ao ministério eclesiástico de verdade, pois ficamos expostos, temos que ter muito cuidado nos dias atuais para não sermos corrompidos e destruídos.
Como se manter justo, integro e fiel a Deus diante de uma geração tão destrutível, invejosa, e maligna com uma capa de “evangélicos” que não cria, mas copia! Que pouco faz, mas quer tudo pronto! Que dá ordem, mas não ajudar a fazer! Que exige da liderança e de Deus, dizendo que eles são obrigados a fazer! Que Deus é obrigado a dar! E daí por diante...... só nos resta olhar para Deus, pois Ele é o Autor e consumador da nossa fé. Hb 12.2 fitando os olhos em Jesus, autor e consumador da nossa fé, o qual, pelo gozo que lhe está proposto, suportou a cruz, desprezando a ignomínia, e está assentado à direita do trono de Deus”.
A loucura, o delírio, o estado de devaneio em que muito “evangélicos” estão viajando, nos leva a repensar e rever os nossos conceitos de verdadeiros Cristãos. Eles acham que “manda quem tem poder financeiro!”, de que “só é reconhecido o que tem influencia na mídia secular e “evangélica”, “somos aceitos pelo que podemos dar e não pelo que temos espiritualmente ou pelo nosso caráter”; com caráter ou sem caráter não tem muito haver para essas pessoas. A avaliação e aceitação, que se fazem, não é mais pelo fator fraternal ou espiritual, mas sim pelo material , o vil metal.
Como poderemos sobreviver diante desta inquisição da 3ª onda do neopentecostalismo, da teologia da prosperidade, onde os pobres, desafortunados e os necessitados têm que ser dizimados da fase da terra nas fogueiras e nas câmaras de gás do holocausto, na dita guerra santa. Onde a supremacia da economia financeira imposta nas igrejas “evangélicas” que prosperar. Estamos diante de um tremendo genocídio espiritual.
Ante isto, nenhum ministério serio de credibilidade poderia sobreviver a esta onda avassaladora, mas Deus que começou a boa obra em nós há de terminar em nossa vidas em Cristo Jesus, independentemente do que a globalização, as convenções, a economia mundial, ou a nova era da “ética anti ética”, da “moralidade contra a moral”, do  “errado que agora passa a se certo” e do “mal que se transforma no bem”.
A resposta para a pergunta inicial é esta! Não, não e não......não acabou o seu, o meu , o nosso ministério! Simplesmente estamos atravessando um tempo previsto e profetizado pela bíblia, é só uma fase. Deus esta conosco, sua dor e a minha dor vai passar. O seu e o meu louvor Deus vai aceitar.... Fp 1.6 tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até o dia de Cristo Jesus”. 2 Co 15. 57,58 Mas graça a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo. Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor”.
Aquele que nos chamou não errou, ele estará conosco ate o fim de tudo. Mt 28.20 “... e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”.
Nunca, e jamais desista...Deus sempre estará ao teu e ao nosso lado!

Um abraço em Cristo Jesus
Pr. Edmundo